quarta-feira, 19 de agosto de 2015

As fases do vício em pornografia

Revendo a literatura sobre os efeitos da pornografia, há uma variedade de evidências que sugerem severos danos relacionados à exposição a pornografia. Essas evidências provêm de relatos clínicos, estudos de campo e de estudos de laboratório.

Como psicólogo clínico, eu tratei, ao longo dos anos, aproximadamente 350 pessoas viciadas em sexo, e pessoas com doenças sexuais, sendo que 96% deles eram homens. Os episódios às vezes incluíam coisas como abuso de crianças, exibicionismo, voyeurismo, sadomasoquismo, fetichismo e estupro. Com algumas exceções, a pornografia foi um componente facilitador para que eles se envolvessem nesses desvios ou vícios sexuais.

Primeiro Passo – o Vício

A primeira mudança que acontecia na pessoa era o efeito viciante. Os consumidores de material pornográfico ficavam presos ao vício. Uma vez tendo olhado esse tipo de material, eles ficavam querendo sempre mais e mais. O material funcionava como um poderoso estimulante sexual, ou efeito afrodisíaco, seguido pela satisfação sexual, a maioria das vezes com a masturbação. A pornografia trazia fantasias muito excitantes e poderosas, que eles freqüentemente relembravam e elaboravam em sua imaginação.

Uma vez viciados, eles não eram capazes de deixar essa dependência por si mesmos, apesar das consequências negativas tais como divórcio, perda da família, e problemas com a lei (abuso de colegas de trabalho, assédio sexual, crimes sexuais).

Descobri também que a maioria dos meus pacientes masculinos mais inteligentes pareciam ser mais vulneráveis, talvez por terem maior capacidade de fantasiar, o que aumentava a intensidade da experiência e os fazia mais suscetíveis ao vício.

Um de meus pacientes estava tão profundamente viciado que não conseguia ficar longe da pornografia. Para quem não é viciado, é difícil compreender a natureza completamente obsessiva de um viciado em sexo. Quando o vício “bate” com força, nada os impede de ir atrás do que querem, seja ver pornografia acompanhada de masturbação, fazer sexo com uma prostituta, abusar de uma criança ou estuprar uma mulher. Esses homens ficaram consumidos pelos seus apetites, não importando o custo das consequências. Suas vidas ficaram completamente dominadas pelo vício.

Segundo Passo – Efeito-escalada

A segunda fase representa um efeito-escalada. Com o passar do tempo, a pessoa viciada necessitará de material sexual mais forte, mais explícito, mais desviante, mais “sujo” a fim de conseguir sua excitação e euforia sexual. É o mesmo efeito que acontece com viciados em droga. Eles precisam cada vez de mais estímulo para conseguir o mesmo efeito inicial.

Estar casado ou em um relacionamento com uma parceira sexual desejada não resolve seu problema. Seu vício e o efeito-escalada se devem às poderosas imagens sexuais em suas mentes, implantadas ali pela exposição à pornografia.

Tive muitos casais clientes onde a esposa, em meio a lágrimas, contava que o marido preferia se masturbar olhando para pornografia do que fazer amor com ela.

Terceira fase – Dessensibilização

A terceira fase era a dessensibilização. O material (em livros, revistas ou filmes) que era originalmente percebido como chocante, uma quebra de tabu, ilegal, repulsivo, ou imoral, agora passa a ser visto como aceitável e comum. A atividade sexual mostrada na pornografia (não importa quão anti-social ou desviante seja) se torna legitimada. Havia um crescente sentido de “todo mundo faz”, e isso dava permissão para fazer também, mesmo sendo a atividade possivelmente ilegal ou contrária aos padrões e crenças morais anteriores da pessoa.

Quarta fase – Agindo sexualmente

A quarta fase era uma tendência crescente a agir sexualmente, colocando em prática os comportamentos vistos na pornografia, incluindo promiscuidade compulsiva, exibicionismo, sexo com várias pessoas, voyeurismo, abuso de menores, estupro, práticas sádicas ou masoquistas. Esse comportamento freqüentemente crescia até se tornar em um vício sexual no qual eles se achavam presos e incapazes de mudar, não importando que consequências negativas aquilo teria para suas vidas.

(*) O autor é Ph.D. em psicologia pela Universidade de Berkeley, e atualmente é psicoterapeuta especialista em família e vícios sexuais. Ele é também Professor Emérito da Universidade de Utah e presidente de “Marriage and Family Enrichment”, um grupo de palestrantes nacionais, além de ser autor de vários livros sobre os prejuízos da pornografia.

Trecho de artigo, traduzido e adaptado do site Obscenity Crimes


Fonte: Vida e Castidade

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Imperialismo Cultural: a agenda de direitos sexuais (Documentário)



Imperialismo Cultural: a agenda de direitos sexuais, é um documentário que desmascara como as nações ocidentais mais ricas e que fazem doações estão usando de sua influência para forçar os países mais pobres a aderir a radical agenda de direitos sexuais.

O documentário mostra, por exemplo, que aderindo as políticas sobre o HIV, os países africanos estão tendo índices maiores de infecção, ao invés de reduzir como diz a propaganda.

Então a camisinha não previne de tudo? É, pessoal, distribuem camisinhas e mais camisinhas nestes países, e o que está acontecendo? O número de aidéticos tem aumentado.

Vale o destaque que o que tem mostrado efeito positivo na luta contra a Aids é o ensinamento de abstinência sexual até o casamento e a fidelidade conjugal. Portanto, o uso da camisinha é totalmente dispensável se se seguir piamente isso- castidade e fidelidade - essa doença maldita desaparecerá.

Bareback - promiscuidade de aidéticos que contaminam outros por diversão (maldade)

Salve Maria Puríssima!

Acabei de ler uma reportagem no Terra sobre "bareback" (espécie de "roleta russa" praticada por gays com Aids onde a intenção é infectar com o vírus, propositadamente, outros gays), onde mostra que gays maliciosos aliciam jovens com mais ingenuidade e praticam a modalidade sem saberem que estão sendo infectados pelo vírus.

Estes criminosos - porque “expor alguém, por meio de relações sexuais ou qualquer ato libidinoso, a contágio de moléstia venérea, de que sabe ou deve saber que está contaminado” é crime segundo o Código Penal - aliciam jovens e os infectam. A camisinha que é tão propagada - apesar de sabermos que não protege 100% contra o vírus - eles ensinam aos infectados pelo vírus a furarem a camisinha para "carimbar" o pobre rapaz homossexual, com o vírus do HIV.

O que mais me revolta no que li, além da maldade destes que disseminam o mal, é ver a tamanha cegueira de quem escreveu a matéria. Eles não atacam a raiz do mal, mas só um fruto podre. Na matéria cita uma pesquisa que teria como resultado que 94% da sociedade brasileira sabe da importância do uso da camisinha (não sei que importância pois não previne de merda nenhuma, mas só propaga a promiscuidade), porém 45% dos sexualmente ativos afirmaram transar sem camisinha em relações sexuais ocasionais em 2013. 

Veja, o problema não é a falta de camisinha. Camisinha tem de graça. Camisinha se dá aos montes. Informação? Ó, uma criança sabe. O problema da Aids é a PROMISCUIDADE. Primeiro que o vírus passa pela camisinha. A matéria só mostra que a proliferação das DST's se dá pela promiscuidade. Ao invés de pedirem mais preservativos, deveriam pedir mais pureza, mais castidade, mais santidade. Ó, se todos ouvissem a Igreja! Mais uma vez vemos que os ensinamentos da Igreja estão corretos.

Gays aliciam mais jovens em relações podres e os infectam e, depois, com fotos, videos ou só depoimentos, se regozijam por terem infectado mais um. 

Dizem ser um problema que 45% das pessoas não tenham usado camisinha em uma relação casual, enquanto o problema é: AS PESSOAS ESTÃO TRANSANDO CASUALMENTE? O QUE? OLHEI, GOSTEI, TRANSO. QUE BANALIZAÇÃO DO SEXO! Sexo não é pra diversão. O problema da Aids é e sempre foi a promiscuidade. 

A maior taxa de infectados é de gays, segundo mostra pesquisas e confessa alguns ativistas gays. Portanto, a castidade é a melhor prevenção.

Ora, não quer doenças? Não adira ao ensinamento do demônio e do mundo que te manda transar casualmente, transformando em morte aquilo que Nosso Senhor criou para trazer a vida.

Pergunta se no tempo dos nossos avós ou bisavós tinha essa pouca vergonha toda... Sabe porque nossos avós e bisavós não sofriam com esse flagelo (Aids e demais dsts)? Porque sexo era sagrado, era respeitado, vivia-se no casamento! Vivia-se o matrimônio, o sacramento! Sim, em suma sexo só depois do casamento. Não tinha essa de sexo casual. Hoje as pessoas nem sabem o nome da pessoa e já estão tendo relações sexuais. Todos sabiam que a homossexualidade era pecado, e mesmo aqueles que se reconheciam como tal e mesmo assim queriam praticá-la não saíam por aí aliciando os outros só para terem o prazer de verem-os doentes.

O mais triste é ver - segundo a reportagem - que adeptos dessa prática querem praticá-la também pra se contaminar porque tem medo de cometer suicídio, outros porque querem viver em perigo. E há os que vendo o avanço do tratamento não se importam em serem aidéticos. A que tirania o demônio tem submetido essas pessoas! Que depressão profunda! Que a Misericórdia de Jesus Cristo liberte-as destes males.

Qual o próximo flagelo? Só sei que contra todos esses males que atacam nossa juventude, o grande segredo para evitá-los e o meio para sair deles é: castidade e fidelidade. Sim, sexo só depois do casamento e, após casado, ser fiel ao cônjuge. E lembrando que casamento é homem e mulher.

Um pequeno esquema para se prevenir da Aids: Rapaz e moça se conhecem - namoram e noivam (tudo na castidade, na pureza, clique aqui e também aqui e leia sobre namoro) - casam e são fiéis até que a morte os separe. Sempre deu certo. 

Que Nossa Senhora, Rainha dos Corações, alcance esses jovens que tem perdido a vida e colocando a perder a vida de tantos. Que Ela santifique e restaure as nossas famílias.
Paz e Bem!
Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe!
Viva Cristo Rei!

sábado, 15 de agosto de 2015

Ex Ator pornô revela por que deixou a indústria pornográfica

Descubra como a pornografia introduziu Randy Spears no mundo das drogas, destruiu os seus relacionamentos e quase arruinou completamente a sua vida.

Por mais longe que possa chegar uma estrela pornô, poucas tiveram uma carreira tão longa e prestigiada quanto Greg, o protagonista do mais novo vídeo do site Fight the New Drug ["Combata a nova droga"].


Randy Spears é um ex-ator e diretor pornográfico, que estrelou aproximadamente 1.000 filmes adultos no decorrer de uma carreira de 23 anos. Aparecendo em seu primeiro filme pornô em 1987, Greg (como ficou conhecido) chegou a tornar-se um dos mais premiados atores da indústria pornográfica, ganhando quatro vezes o prêmio de melhor ator pornô e inclusive gravando o seu nome na "calçada da fama" de filmes adultos.
Entretanto, foi apenas depois que Randy deixou a indústria pornô, em 2011, que ele pôde expôr às pessoas por que entrou nesse mundo perturbador e como tantos anos nessa carreira impactaram de forma profundamente negativa a sua vida.
Conheça com exclusividade a história de Randy Spears e descubra como a sua rápida ascensão na indústria pornográfica introduziu-o no mundo das drogas, destruiu os seus relacionamentos e, finalmente, quase arruinou a sua vida.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Os danos colaterais do uso da pornografia


  • Alguns dos efeitos colaterais da pornografia incluem:
  • 1. Criar vínculo emocional com o mundo artificial

    Todas as pessoas têm uma necessidade crítica de intimidade humana e conexão emocional com os outros. Quando alguém vê pornografia, ele acaba criando um vínculo íntimo com um mundo artificial, e pode realmente perder a capacidade de se relacionar com pessoas reais.
  • 2. Sexo sem intimidade

    Pornografia é o uso do sexo para as razões erradas. Por causa do sexo sem intimidade emocional, a fome subjacente permanece insatisfeita. O espectador começa perguntando o que está errado com seus relacionamentos e fica irritado ou deprimido. Eles acabam se sentindo emocionalmente vazios e desligados daqueles que os rodeiam.
  • 3. Insatisfação

    Embora o uso da pornografia possa ter resultado em um curto prazo de tempo, ele eventualmente resulta em sentimentos vazios, em baixa autoestima e profunda solidão. Posteriormente, cria uma distância emocional nas relações. Por causa do mundo artificial que é, a pornografia não pode satisfazer a necessidade de intimidade emocional, essa necessidade básica permanece inacabada, criando um apetite cada vez maior.
  • 4. Desencadeamento do ciclo de dependência no cérebro

    Estudos mostram que as funções cerebrais mudam em alguém que tem um vício e são as mesmas em todos os vícios: álcool, drogas ou pornografia. Porque o uso da pornografia pode se tornar um vício real, os telespectadores não são capazes de parar através da sua força de vontade. Viciados em pornografia terão que passar pelo mesmo difícil processo de recuperação que um viciado em drogas tem que passar.
  • 5. Frustração

    O uso da pornografia provoca prazer e uma válvula de escape para sentimentos de baixa autoestima, ansiedade, tédio e frustração, criando uma porta de entrada para o vício. Quando a onda de prazer e os sentimentos desaparecem, o vício do usuário reaparece mais forte do que nunca, e eles são obrigados a repetir o ciclo. Com o tempo, sua química cerebral é alterada e um vício plenamente desenvolvido ocorre.
  • 6. Grande decepção

    Inicialmente, vocês foram atraídos para a pornografia por causa das coisas positivas que fizeram a você ("Eu amo a adrenalina que sinto", "Este é o meu passatempo favorito", "Eu me sinto sozinho", "Esta é a minha recompensa depois de passar por um difícil..."). Eventualmente, o vício fará exatamente o oposto ("Eu já não sinto uma resposta emocional em nada", "Não há nada na minha vida que eu goste de fazer", "Eu me sinto totalmente isolado do mundo", "Minha ansiedade e estresse estão em um nível muito elevado...").
  • 7. Imitação da coisa real

    Com a pornografia, nós usamos o sexo como um substituto para nutrir a intimidade e o amor. O sexo torna-se uma mercadoria utilizada para evitar intimidade e mascara necessidades que devem ser atendidas por meio de conexões humanas.
  • 8. A fome constante

    Por essa ser uma substância viciante, ela cria um apetite por si. Esse apetite aumenta com o tempo e você gasta mais e mais tempo vendo pornografia. O tempo gasto vendo pornografia pode prejudicar as relações de trabalho e interesses em passatempos saudáveis.
  • 9. Escalada

    Com o tempo, a visualização da pornografia começa a tornar-se banal. Nós começamos a escalar para um ponto que antes achávamos que seria longe demais ou totalmente errado. Nós sentimos o desejo crescente de fazer coisas que prejudicarão nossa reputação e relacionamentos.
  • 10. Enfraquecimento da verdade

    A longo prazo, a pornografia não vai escorar um ego frágil, não vai preencher o vazio deixado pelas feridas de infância ou abandono, não vai salvar um relacionamento instável ou casamento fracassado e não será satisfatória. Na verdade, ela vai ampliar cada ferida emocional do passado, prejudicar a sua capacidade de atender às suas necessidades emocionais essenciais, danificar a sua capacidade de ter um relacionamento saudável e deixá-lo incapaz de responder sexualmente ou emocionalmente ao seu parceiro.
    Traduzido e adaptado por em,Jaguaraci N. Santos

Estudo diz que pornografia pode ser prejudicial ao cérebro

Estimular cérebro com eletricidade acelera aprendizado, diz estudo (Foto:  Corbis Royalty Free)Pornografia pode estar associada a redução da
atividade cerebral (Foto: Corbis Royalty Free)
Homens que passam muito tempo vendo pornografia na internet parecem ter menos matéria cinzenta em certas partes do cérebro e sofrem redução de sua atividade cerebral, indica um estudo alemão publicado nesta quinta-feira (29) nos Estados Unidos.
"Encontramos um importante vínculo negativo entre o ato de ver pornografia durante várias horas por semana e o volume de matéria cinzenta no corpo estriado direito do cérebro", assim como a atividade do córtex pré-frontal, escrevem os cientistas do Instituto Max Planck para o Desenvolvimento Humano em Berlim.
"Esses efeitos poderiam incluir mudanças na plasticidade neuronal resultante de intensa estimulação no centro do prazer", acrescentou o estudo, publicado na edição online da revista "JAMA Psychiatry", da Associação Médica Americana.

Para realizar a pesquisa, os autores recrutaram 64 homens saudáveis com idades de 21 a 45 anos, aos quais pediram para responder a um questionário sobre o tempo que dedicavam a assistir a vídeos pornográficos. O resultado foi, em média, de quatro horas semanais.
Os autores, no entanto, não puderam provar que esses fenômenos sejam causados diretamente pelo consumo de pornografia e, por isso, afirmam que é necessário continuar com as pesquisas. Mas, segundo eles, o estudo já fornece um primeiro indício da existência de uma relação entre o ato de assistir a pornografia e a redução do tamanho e da atividade do cérebro como reação ao estímulo sexual.
Os voluntários também foram submetidos a um exame de ressonância magnética do cérebro para medir seu volume e observar como ele reagia às imagens pornográficas.
Na maioria dos casos, quanto mais pornografia os indivíduos viam, mais diminuía o corpo estriado do cérebro, uma pequena estrutura nervosa bem abaixo do córtex cerebral.
Os cientistas também observaram que, quanto maior o consumo de imagens pornográficas, mais se deterioravam as conexões entre o corpo estriado e o córtex pré-frontal, que é a camada externa do cérebro encarregada do comportamento e da tomada de decisões.

Médica explica os males do "Sexo Anal"



ATENÇÃO! O VIDEO CONTÉM LINGUAGEM CONSIDERADA FORTE. TALVEZ ESCANDALIZE.