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terça-feira, 24 de novembro de 2015

Esta ex-atriz de filmes pornográficos está desmascarando os segredos da pornografia: e você se sentirá muito, muito desconfortável

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“Se a pornografia é tão ruim quanto você diz, por que ainda há pessoas que trabalham na indústria da pornografia?”
Essa é uma resposta comum a pessoas que combatem a pornografia e que argumentam que ela é sexualmente violenta, a celebração visual do estupro e uma perversa glorificação da degradação das mulheres e garotas.
Naturalmente, há muitas respostas para essa pergunta: algumas mulheres estão desesperadas por dinheiro; muitas, senão a maioria, foram abusadas sexualmente; outras ainda foram ludibriadas para pensar que a pornografia é um negócio glamoroso e sexy (o sucesso da Playboy e a crescente transição de estrelas da pornografia para outras indústrias de entretenimento certamente contribuíram para isso).
Mas a fim de descobrir em primeira mão o que as mulheres experimentam na indústria da pornografia, decidi contatar alguém que esteve lá: Shelley Lubben.
Shelley Lubben foi uma estrela da pornografia na década de 1990, tendo entrado muito jovem na indústria como prostituta. As “indústrias da exploração sexual” (modo como a Dra. Mary Anne Layden se refere a diversos aspectos da indústria do sexo) rapidamente começaram a reivindicar seus direitos.
“O trabalho na indústria do sexo é um círculo vicioso, porque você fazstrip-tease, dança e fica exausta com a prostituição”, Lubben me disse. “Depois da prostituição eu fiquei esgotada e mentiram para mim dizendo que eu ficaria protegida das DSTs e que eu faria muito dinheiro. Eu era mãe solteira, então, bem, eu podia fazer sexo diante de uma câmera. Mas foi completa e absolutamente a pior e mais sombria coisa na qual eu já me envolvi”.
Inicialmente, Lubben supôs que, ao contrário da prostituição, na qual muitos dos homens não querem usar preservativos, a indústria pornográfica ao menos a protegeria das DSTs. Não a protegeu – e é por essa razão, como diz Lubben, que a indústria pornográfica inteira está cheia delas.
“Não usávamos preservativos nos filmes pornográficos”, ela disse com franqueza. “Os preservativos não são permitidos, então somos forçadas a fazer sexo desprotegido – e não sei lhe dizer quantas pessoas alteram seus exames. Somente no ano passado, houve 4 casos de HIV, um número alto para um grupo muito pequeno de pessoas… sabemos que a maioria dos atores de filmes pornográficos já tiveram alguma DST em algum momento, estima-se que entre 66% e 99% tenham herpes. Eles não fazem exame para detectar herpes; portanto, todas essas pessoas estão envolvidas de modo desmedido com DSTs”.
“Até o Departamento de Saúde Pública de Los Angeles mostra que eles têm monitorado e que encontraram milhares e milhares de casos de clamídia e gonorreia. Na Califórnia, eles são o grupo com a maior quantidade de DSTs. Portanto, quando as pessoas acessam sites pornográficos, estão contribuindo para o tráfico sexual, estão contribuindo com DSTs, estão contribuindo com pessoas que são as mais viciadas em álcool e drogas. Estou falando da maioria. Nem todo ator de filme pornográfico é viciado em drogas, mas a maioria é. E não sei lhe dizer, quando passei pela reabilitação, tive transtorno de estresse pós-traumático. Tive todo tipo de desordem, traumas sérios”.
Essa é uma história que já li várias vezes em minha pesquisa sobre a indústria da pornografia, então tive de perguntar: por que ela se envolveu desde o início com as indústrias de exploração do sexo?
“Bem, eu fui abusada sexualmente aos nove anos de idade por um adolescente e sua irmã”, respondeu Shelley Lubben. “Portanto, eu experimentei uma atividade heterossexual e homossexual muito chocante quando era muito jovem, e ao mesmo tempo fui criada pela televisão – eu podia assistir a filmes proibidos para menores de idade, filmes de horror, filmes com conteúdo sexual, então aprendi sobre amor e sexo por meio do abuso e basicamente por meio da negligência dos meus pais, porque eles permitiam que assistíssemos a essas coisas”.
“Então, à medida que ficava mais velha, comecei a me rebelar porque meu pai não estava muito presente em minha vida, e eu comecei a procurar por sexo com garotos porque eles diziam que me amavam. Portanto, foi esse ciclo que eu senti em minha mente: eu era amada se fizesse sexo com uma pessoa. Meu pai me expulsou de casa por eu ter me tornado rebelde, e acabei indo para San Fernando, LA, que é o Vale da Pornografia, e um cafetão me seduziu, eu era muito ingênua. Não, eu erarebelde, e não ingênua. Ele me seduziu por 35 dólares, e então ele… você sabe, tive de escapar dele fisicamente, porque ele tornou-se muito abusivo, e então uma senhora me encontrou e a coisa se tornou uma espiral”.
Uma vez inserida [no esquema], Lubben sentiu-se presa em um ciclo de degradação e destruição.
“Eu odiava a prostituição, sentia-me culpada, então eu fazia strip-teasepara sobreviver”, disse ela. “Eu não tinha educação – a maioria dessas meninas que entram para o mundo da pornografia não têm educação, talvez haja algumas poucas que afirmam ter um diploma, embora eu ainda precise ver alguma – mas muitas das garotas não são de famílias saudáveis, nas quais possuem uma autoestima sadia. Eu nunca conheci atrizes de filmes pornográficos que são de famílias realmente saudáveis. Isso não quer dizer que elas não existem, mas talvez elas existem na mente dessas meninas porque naturalmente distintas garotas dirão que são fortalecidas com seu trabalho sexual, porque você adere àquilo que não pode vencer. Você não quer que as pessoas pensem que você é fraca quando está na indústria da pornografia; você quer agir como se amasse aquilo e como se amasse coisas difíceis, ser abusada e chamada por nomes degradantes. É um tudo um monte de mentiras. As pessoas atuam em filmes pornográficos porque precisam do dinheiro, e a maioria delas não tem outras opções ou educação”.
A indústria da pornografia é sombria, má e incrivelmente violenta –  e tem sido assim por um longo tempo. Eu li para Lubben uma parte da pesquisa do Dr. Gail Dines sobre como a pornografia está se tornando mais violenta, e então lhe perguntei se aquilo refletia a experiência dela.
“Absolutamente”, ela respondeu. “Havia violência mesmo na minha época, mas eu me envolvi com pornografia pesada apenas porque ainda nutria muito ódio pelos meus pais. Mas, sim, na minha época eu jamais teria deixado alguém machucar minha boca, ou colocar algum aparelho estranho nela, ou fazer algo que causasse um prolapso retal, eu não teria feito isso. Eu teria abandonado tudo. Hoje, as meninas acabam fazendo essas coisas, ‘porque isso é o que vende’. Então, é muito triste ver que isso é muito da nossa sociedade, mas como você sabe, todos estão tão dessenbilizados em relação ao sexo convencional hoje. Querem fazer um sexo mais pesado, grosseiro e obscuro… eu não consigo imaginar como nossa sociedade será em 20 anos. Eu não consigo, eu não penso… Terei de mudar para as montanhas ou algo parecido, porque duvido que qualquer garota normal poderá caminhar na rua”.
Em alguns aspectos, é chocante ver como a indústria da pornografia é tão dominante e popular, considerando que ao mesmo tempo tem havido muitas vozes denunciando o tráfico sexual. Eu perguntei a Lubben: a indústria da pornografia não alimenta o tráfico sexual?
“Muitas pessoas acham que a pornografia alimenta o tráfico sexual, e ela de fato alimenta”, disse Lubben firmemente. “Mas ela faz isso porque elaé tráfico sexual. Ela é chamada de negócio cruel porque é tráfico [sexual]; nós todas fomos coagidas a fazer cenas que não queríamos fazer. Fomos até clínicas ou médicos desonestos para os quais nos enviaram. Na verdade, suas clínicas – a principal clínica para atores pornográficos fechou há dois anos, porque muitas de nós estávamos contra ela. Havia uma ex-atriz de filmes pornográficos que tinha um PhD em sexologia, e ela vestia um jaleco branco e dizia às mulheres: ‘me chame de Dra. Sharon Mitchell’. Assim, todas as mulheres pensavam que ela era médica, e elas a procuravam para pedir aconselhamento médico, para receber tratamento contra DSTs e para fazer exames. Esse é apenas um modo de serem desonestos”.
“Outro modo de desonestidade são as falsas promessas: ‘Se você fizer esta cena, eu prometo que você receberá esse dinheiro, ou você aparecerá na capa do filme, ou você não precisará fazer esse tipo de cena mais’. Tudo isso é mentira. Portanto, você tem de ser forte para estar nesse negócio”.
“Como você sabe, a maior parte desses filmes são feitos em locações privadas, em mansões privadas, ou em quartos de hotel aos quais o governo não tem acesso. Então, são duas jovens de 18, 19 ou 20 anos de idade em cenário majoritariamente masculino. O produtor é homem, a equipe é composta por homens… então, é claro que ficamos intimidadas para fazer cenas que não queremos fazer. Não sei lhe dizer quantas vezes eu apareci [para gravar] e eles disseram: ‘você precisa fazer esta cena’, e eu disse: ‘não, não foi isso que o meu agente disse’, ou ‘não foi isso que me mandaram fazer’, e eles dizem: ‘bem, você terá de fazer isso ou não lhe pagaremos, vamos processar você’. E hoje, com a Internet, eles dizem às garotas: ‘se você não fizer esta cena, enviaremos o seu vídeo pornográfico aos seus familiares, arruinaremos a sua reputação, você jamais trabalhará outra vez, vamos tirar dinheiro de você, vamos machucar você’, ou ameaçam processar as mulheres. Isso é tráfico sexual.  Todo ator de filmes pornográficos já foi vítima de tráfico [sexual] pelo menos uma vez.
Foi por isso que Shelley, depois de oito anos, finalmente abandonou a indústria da pornografia depois de conhecer um pastor, com quem se casou mais tarde, e que tem permanecido ao seu lado durante dez longos e dolorosos anos de recuperação. Em 2007, ela criou a Fundação Cruz Rosa, que trabalha para tirar da indústria atores e atrizes de filmes pornográficos, oferecendo-lhes esperança e cura, e alertando jovens enamorados pela indústria a respeito da escuridão e da dor que os espera.
Antes de desligar o telefone, fiz uma última pergunta a Shelley Lubben: “Se você pudesse dizer algo a alguém que assiste a pornografia, o que você diria?”
Ela não titubeou: “Você está contribuindo com a sua própria morte”, ela respondeu. “E com a morte da sua família e da sua esposa”. Não dá para falar em quantos viciados em pornografia já perderam suas famílias e trabalhos. É realmente triste. E essas pessoas estão contribuindo para que crianças sejam abusadas. Para ter um motivo melhor pelo qual não acessar pornografia, pense na pornografia infantil. Basta pensar que neste exato momento, enquanto falo com você, há crianças pequenas que estão sendo drogadas e estupradas. Como alguém poderia acessar material pornográfico sabendo disso?”
E na verdade, depois de escutarem a história de Shelley, muitas e muitas pessoas chegaram exatamente a esta conclusão: a pornografia é uma força destrutiva. A pornografia tem arruinado muitas vidas. Pelo bem das nossas famílias, da nossa sociedade e pelo nosso bem – é a hora de contabilizar o custo e eliminar a pornografia definitivamente.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Imperialismo Cultural: a agenda de direitos sexuais (Documentário)



Imperialismo Cultural: a agenda de direitos sexuais, é um documentário que desmascara como as nações ocidentais mais ricas e que fazem doações estão usando de sua influência para forçar os países mais pobres a aderir a radical agenda de direitos sexuais.

O documentário mostra, por exemplo, que aderindo as políticas sobre o HIV, os países africanos estão tendo índices maiores de infecção, ao invés de reduzir como diz a propaganda.

Então a camisinha não previne de tudo? É, pessoal, distribuem camisinhas e mais camisinhas nestes países, e o que está acontecendo? O número de aidéticos tem aumentado.

Vale o destaque que o que tem mostrado efeito positivo na luta contra a Aids é o ensinamento de abstinência sexual até o casamento e a fidelidade conjugal. Portanto, o uso da camisinha é totalmente dispensável se se seguir piamente isso- castidade e fidelidade - essa doença maldita desaparecerá.

Bareback - promiscuidade de aidéticos que contaminam outros por diversão (maldade)

Salve Maria Puríssima!

Acabei de ler uma reportagem no Terra sobre "bareback" (espécie de "roleta russa" praticada por gays com Aids onde a intenção é infectar com o vírus, propositadamente, outros gays), onde mostra que gays maliciosos aliciam jovens com mais ingenuidade e praticam a modalidade sem saberem que estão sendo infectados pelo vírus.

Estes criminosos - porque “expor alguém, por meio de relações sexuais ou qualquer ato libidinoso, a contágio de moléstia venérea, de que sabe ou deve saber que está contaminado” é crime segundo o Código Penal - aliciam jovens e os infectam. A camisinha que é tão propagada - apesar de sabermos que não protege 100% contra o vírus - eles ensinam aos infectados pelo vírus a furarem a camisinha para "carimbar" o pobre rapaz homossexual, com o vírus do HIV.

O que mais me revolta no que li, além da maldade destes que disseminam o mal, é ver a tamanha cegueira de quem escreveu a matéria. Eles não atacam a raiz do mal, mas só um fruto podre. Na matéria cita uma pesquisa que teria como resultado que 94% da sociedade brasileira sabe da importância do uso da camisinha (não sei que importância pois não previne de merda nenhuma, mas só propaga a promiscuidade), porém 45% dos sexualmente ativos afirmaram transar sem camisinha em relações sexuais ocasionais em 2013. 

Veja, o problema não é a falta de camisinha. Camisinha tem de graça. Camisinha se dá aos montes. Informação? Ó, uma criança sabe. O problema da Aids é a PROMISCUIDADE. Primeiro que o vírus passa pela camisinha. A matéria só mostra que a proliferação das DST's se dá pela promiscuidade. Ao invés de pedirem mais preservativos, deveriam pedir mais pureza, mais castidade, mais santidade. Ó, se todos ouvissem a Igreja! Mais uma vez vemos que os ensinamentos da Igreja estão corretos.

Gays aliciam mais jovens em relações podres e os infectam e, depois, com fotos, videos ou só depoimentos, se regozijam por terem infectado mais um. 

Dizem ser um problema que 45% das pessoas não tenham usado camisinha em uma relação casual, enquanto o problema é: AS PESSOAS ESTÃO TRANSANDO CASUALMENTE? O QUE? OLHEI, GOSTEI, TRANSO. QUE BANALIZAÇÃO DO SEXO! Sexo não é pra diversão. O problema da Aids é e sempre foi a promiscuidade. 

A maior taxa de infectados é de gays, segundo mostra pesquisas e confessa alguns ativistas gays. Portanto, a castidade é a melhor prevenção.

Ora, não quer doenças? Não adira ao ensinamento do demônio e do mundo que te manda transar casualmente, transformando em morte aquilo que Nosso Senhor criou para trazer a vida.

Pergunta se no tempo dos nossos avós ou bisavós tinha essa pouca vergonha toda... Sabe porque nossos avós e bisavós não sofriam com esse flagelo (Aids e demais dsts)? Porque sexo era sagrado, era respeitado, vivia-se no casamento! Vivia-se o matrimônio, o sacramento! Sim, em suma sexo só depois do casamento. Não tinha essa de sexo casual. Hoje as pessoas nem sabem o nome da pessoa e já estão tendo relações sexuais. Todos sabiam que a homossexualidade era pecado, e mesmo aqueles que se reconheciam como tal e mesmo assim queriam praticá-la não saíam por aí aliciando os outros só para terem o prazer de verem-os doentes.

O mais triste é ver - segundo a reportagem - que adeptos dessa prática querem praticá-la também pra se contaminar porque tem medo de cometer suicídio, outros porque querem viver em perigo. E há os que vendo o avanço do tratamento não se importam em serem aidéticos. A que tirania o demônio tem submetido essas pessoas! Que depressão profunda! Que a Misericórdia de Jesus Cristo liberte-as destes males.

Qual o próximo flagelo? Só sei que contra todos esses males que atacam nossa juventude, o grande segredo para evitá-los e o meio para sair deles é: castidade e fidelidade. Sim, sexo só depois do casamento e, após casado, ser fiel ao cônjuge. E lembrando que casamento é homem e mulher.

Um pequeno esquema para se prevenir da Aids: Rapaz e moça se conhecem - namoram e noivam (tudo na castidade, na pureza, clique aqui e também aqui e leia sobre namoro) - casam e são fiéis até que a morte os separe. Sempre deu certo. 

Que Nossa Senhora, Rainha dos Corações, alcance esses jovens que tem perdido a vida e colocando a perder a vida de tantos. Que Ela santifique e restaure as nossas famílias.
Paz e Bem!
Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe!
Viva Cristo Rei!