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terça-feira, 24 de novembro de 2015

Esta ex-atriz de filmes pornográficos está desmascarando os segredos da pornografia: e você se sentirá muito, muito desconfortável

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“Se a pornografia é tão ruim quanto você diz, por que ainda há pessoas que trabalham na indústria da pornografia?”
Essa é uma resposta comum a pessoas que combatem a pornografia e que argumentam que ela é sexualmente violenta, a celebração visual do estupro e uma perversa glorificação da degradação das mulheres e garotas.
Naturalmente, há muitas respostas para essa pergunta: algumas mulheres estão desesperadas por dinheiro; muitas, senão a maioria, foram abusadas sexualmente; outras ainda foram ludibriadas para pensar que a pornografia é um negócio glamoroso e sexy (o sucesso da Playboy e a crescente transição de estrelas da pornografia para outras indústrias de entretenimento certamente contribuíram para isso).
Mas a fim de descobrir em primeira mão o que as mulheres experimentam na indústria da pornografia, decidi contatar alguém que esteve lá: Shelley Lubben.
Shelley Lubben foi uma estrela da pornografia na década de 1990, tendo entrado muito jovem na indústria como prostituta. As “indústrias da exploração sexual” (modo como a Dra. Mary Anne Layden se refere a diversos aspectos da indústria do sexo) rapidamente começaram a reivindicar seus direitos.
“O trabalho na indústria do sexo é um círculo vicioso, porque você fazstrip-tease, dança e fica exausta com a prostituição”, Lubben me disse. “Depois da prostituição eu fiquei esgotada e mentiram para mim dizendo que eu ficaria protegida das DSTs e que eu faria muito dinheiro. Eu era mãe solteira, então, bem, eu podia fazer sexo diante de uma câmera. Mas foi completa e absolutamente a pior e mais sombria coisa na qual eu já me envolvi”.
Inicialmente, Lubben supôs que, ao contrário da prostituição, na qual muitos dos homens não querem usar preservativos, a indústria pornográfica ao menos a protegeria das DSTs. Não a protegeu – e é por essa razão, como diz Lubben, que a indústria pornográfica inteira está cheia delas.
“Não usávamos preservativos nos filmes pornográficos”, ela disse com franqueza. “Os preservativos não são permitidos, então somos forçadas a fazer sexo desprotegido – e não sei lhe dizer quantas pessoas alteram seus exames. Somente no ano passado, houve 4 casos de HIV, um número alto para um grupo muito pequeno de pessoas… sabemos que a maioria dos atores de filmes pornográficos já tiveram alguma DST em algum momento, estima-se que entre 66% e 99% tenham herpes. Eles não fazem exame para detectar herpes; portanto, todas essas pessoas estão envolvidas de modo desmedido com DSTs”.
“Até o Departamento de Saúde Pública de Los Angeles mostra que eles têm monitorado e que encontraram milhares e milhares de casos de clamídia e gonorreia. Na Califórnia, eles são o grupo com a maior quantidade de DSTs. Portanto, quando as pessoas acessam sites pornográficos, estão contribuindo para o tráfico sexual, estão contribuindo com DSTs, estão contribuindo com pessoas que são as mais viciadas em álcool e drogas. Estou falando da maioria. Nem todo ator de filme pornográfico é viciado em drogas, mas a maioria é. E não sei lhe dizer, quando passei pela reabilitação, tive transtorno de estresse pós-traumático. Tive todo tipo de desordem, traumas sérios”.
Essa é uma história que já li várias vezes em minha pesquisa sobre a indústria da pornografia, então tive de perguntar: por que ela se envolveu desde o início com as indústrias de exploração do sexo?
“Bem, eu fui abusada sexualmente aos nove anos de idade por um adolescente e sua irmã”, respondeu Shelley Lubben. “Portanto, eu experimentei uma atividade heterossexual e homossexual muito chocante quando era muito jovem, e ao mesmo tempo fui criada pela televisão – eu podia assistir a filmes proibidos para menores de idade, filmes de horror, filmes com conteúdo sexual, então aprendi sobre amor e sexo por meio do abuso e basicamente por meio da negligência dos meus pais, porque eles permitiam que assistíssemos a essas coisas”.
“Então, à medida que ficava mais velha, comecei a me rebelar porque meu pai não estava muito presente em minha vida, e eu comecei a procurar por sexo com garotos porque eles diziam que me amavam. Portanto, foi esse ciclo que eu senti em minha mente: eu era amada se fizesse sexo com uma pessoa. Meu pai me expulsou de casa por eu ter me tornado rebelde, e acabei indo para San Fernando, LA, que é o Vale da Pornografia, e um cafetão me seduziu, eu era muito ingênua. Não, eu erarebelde, e não ingênua. Ele me seduziu por 35 dólares, e então ele… você sabe, tive de escapar dele fisicamente, porque ele tornou-se muito abusivo, e então uma senhora me encontrou e a coisa se tornou uma espiral”.
Uma vez inserida [no esquema], Lubben sentiu-se presa em um ciclo de degradação e destruição.
“Eu odiava a prostituição, sentia-me culpada, então eu fazia strip-teasepara sobreviver”, disse ela. “Eu não tinha educação – a maioria dessas meninas que entram para o mundo da pornografia não têm educação, talvez haja algumas poucas que afirmam ter um diploma, embora eu ainda precise ver alguma – mas muitas das garotas não são de famílias saudáveis, nas quais possuem uma autoestima sadia. Eu nunca conheci atrizes de filmes pornográficos que são de famílias realmente saudáveis. Isso não quer dizer que elas não existem, mas talvez elas existem na mente dessas meninas porque naturalmente distintas garotas dirão que são fortalecidas com seu trabalho sexual, porque você adere àquilo que não pode vencer. Você não quer que as pessoas pensem que você é fraca quando está na indústria da pornografia; você quer agir como se amasse aquilo e como se amasse coisas difíceis, ser abusada e chamada por nomes degradantes. É um tudo um monte de mentiras. As pessoas atuam em filmes pornográficos porque precisam do dinheiro, e a maioria delas não tem outras opções ou educação”.
A indústria da pornografia é sombria, má e incrivelmente violenta –  e tem sido assim por um longo tempo. Eu li para Lubben uma parte da pesquisa do Dr. Gail Dines sobre como a pornografia está se tornando mais violenta, e então lhe perguntei se aquilo refletia a experiência dela.
“Absolutamente”, ela respondeu. “Havia violência mesmo na minha época, mas eu me envolvi com pornografia pesada apenas porque ainda nutria muito ódio pelos meus pais. Mas, sim, na minha época eu jamais teria deixado alguém machucar minha boca, ou colocar algum aparelho estranho nela, ou fazer algo que causasse um prolapso retal, eu não teria feito isso. Eu teria abandonado tudo. Hoje, as meninas acabam fazendo essas coisas, ‘porque isso é o que vende’. Então, é muito triste ver que isso é muito da nossa sociedade, mas como você sabe, todos estão tão dessenbilizados em relação ao sexo convencional hoje. Querem fazer um sexo mais pesado, grosseiro e obscuro… eu não consigo imaginar como nossa sociedade será em 20 anos. Eu não consigo, eu não penso… Terei de mudar para as montanhas ou algo parecido, porque duvido que qualquer garota normal poderá caminhar na rua”.
Em alguns aspectos, é chocante ver como a indústria da pornografia é tão dominante e popular, considerando que ao mesmo tempo tem havido muitas vozes denunciando o tráfico sexual. Eu perguntei a Lubben: a indústria da pornografia não alimenta o tráfico sexual?
“Muitas pessoas acham que a pornografia alimenta o tráfico sexual, e ela de fato alimenta”, disse Lubben firmemente. “Mas ela faz isso porque elaé tráfico sexual. Ela é chamada de negócio cruel porque é tráfico [sexual]; nós todas fomos coagidas a fazer cenas que não queríamos fazer. Fomos até clínicas ou médicos desonestos para os quais nos enviaram. Na verdade, suas clínicas – a principal clínica para atores pornográficos fechou há dois anos, porque muitas de nós estávamos contra ela. Havia uma ex-atriz de filmes pornográficos que tinha um PhD em sexologia, e ela vestia um jaleco branco e dizia às mulheres: ‘me chame de Dra. Sharon Mitchell’. Assim, todas as mulheres pensavam que ela era médica, e elas a procuravam para pedir aconselhamento médico, para receber tratamento contra DSTs e para fazer exames. Esse é apenas um modo de serem desonestos”.
“Outro modo de desonestidade são as falsas promessas: ‘Se você fizer esta cena, eu prometo que você receberá esse dinheiro, ou você aparecerá na capa do filme, ou você não precisará fazer esse tipo de cena mais’. Tudo isso é mentira. Portanto, você tem de ser forte para estar nesse negócio”.
“Como você sabe, a maior parte desses filmes são feitos em locações privadas, em mansões privadas, ou em quartos de hotel aos quais o governo não tem acesso. Então, são duas jovens de 18, 19 ou 20 anos de idade em cenário majoritariamente masculino. O produtor é homem, a equipe é composta por homens… então, é claro que ficamos intimidadas para fazer cenas que não queremos fazer. Não sei lhe dizer quantas vezes eu apareci [para gravar] e eles disseram: ‘você precisa fazer esta cena’, e eu disse: ‘não, não foi isso que o meu agente disse’, ou ‘não foi isso que me mandaram fazer’, e eles dizem: ‘bem, você terá de fazer isso ou não lhe pagaremos, vamos processar você’. E hoje, com a Internet, eles dizem às garotas: ‘se você não fizer esta cena, enviaremos o seu vídeo pornográfico aos seus familiares, arruinaremos a sua reputação, você jamais trabalhará outra vez, vamos tirar dinheiro de você, vamos machucar você’, ou ameaçam processar as mulheres. Isso é tráfico sexual.  Todo ator de filmes pornográficos já foi vítima de tráfico [sexual] pelo menos uma vez.
Foi por isso que Shelley, depois de oito anos, finalmente abandonou a indústria da pornografia depois de conhecer um pastor, com quem se casou mais tarde, e que tem permanecido ao seu lado durante dez longos e dolorosos anos de recuperação. Em 2007, ela criou a Fundação Cruz Rosa, que trabalha para tirar da indústria atores e atrizes de filmes pornográficos, oferecendo-lhes esperança e cura, e alertando jovens enamorados pela indústria a respeito da escuridão e da dor que os espera.
Antes de desligar o telefone, fiz uma última pergunta a Shelley Lubben: “Se você pudesse dizer algo a alguém que assiste a pornografia, o que você diria?”
Ela não titubeou: “Você está contribuindo com a sua própria morte”, ela respondeu. “E com a morte da sua família e da sua esposa”. Não dá para falar em quantos viciados em pornografia já perderam suas famílias e trabalhos. É realmente triste. E essas pessoas estão contribuindo para que crianças sejam abusadas. Para ter um motivo melhor pelo qual não acessar pornografia, pense na pornografia infantil. Basta pensar que neste exato momento, enquanto falo com você, há crianças pequenas que estão sendo drogadas e estupradas. Como alguém poderia acessar material pornográfico sabendo disso?”
E na verdade, depois de escutarem a história de Shelley, muitas e muitas pessoas chegaram exatamente a esta conclusão: a pornografia é uma força destrutiva. A pornografia tem arruinado muitas vidas. Pelo bem das nossas famílias, da nossa sociedade e pelo nosso bem – é a hora de contabilizar o custo e eliminar a pornografia definitivamente.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Querido pai: carta aberta a um usuário de pornografia



Carta aberta revela os efeitos perniciosos da pornografia no coração de uma mulher e filha.


A carta a seguir foi postada na Internet sob anonimato, dada a natureza do assunto. Foi escrita por uma filha, a seu pai, que era consumidor de material pornográfico. Será mesmo que a pornografia é um "pecado de nada", que só influencia aqueles que a consomem? Qual o seu real impacto na vida das pessoas e das famílias? Eis a resposta, baseada em fatos reais.
Querido pai,

Eu quero que o senhor saiba, em primeiro lugar, que eu o amo e o perdoo pelo que o seu consumo de pornografia me causou. Também queria que o senhor soubesse exatamente o que isso fez à minha vida. O senhor pode pensar que isso afeta apenas o senhor, ou ainda os seus relacionamentos e os da mamãe. Mas isso teve um profundo impacto em mim e em todos os meus irmãos.

Encontrei seu material pornográfico no computador, em algum lugar, por volta dos 12 anos de idade, quando começava a tornar-me uma jovem mulher. Em primeiro lugar, pareceu-me muito hipócrita que o senhor tentasse ensinar-me o valor do que entrava em minha mente, por meio dos filmes, quando, aqui, o senhor entretinha regularmente sua mente com esse lixo. Suas conversas comigo, sobre como tomar cuidado com o que eu assistia, passaram a não significar praticamente nada.

Por causa da pornografia, eu descobri que a mamãe não era a única mulher para a qual o senhor olhava. Passei a notar o seu olhar atrevido quando saíamos de casa. Isso ensinou-me que todos os homens têm o mesmo jeito de olhar e não são confiáveis. Aprendi a desconfiar e até a rejeitar os homens por esse modo como eles observavam as mulheres.

Até onde vai a modéstia, o senhor tentou falar comigo sobre como meu vestido afetava aqueles ao meu redor e como eu deveria valorizar a mim mesma pelo que eu sou interiormente. Suas ações, todavia, me diziam que eu só seria verdadeiramente bonita e aceita se parecesse com as mulheres nas capas de revista ou nos materiais pornográficos. Suas conversas comigo não significaram nada e, na verdade, só me deixaram irritada.

Assim que cresci, só tive essa mensagem reforçada pela cultura em que vivemos. Aquela beleza é algo que só pode ser alcançado se você se parece com "elas". Eu também aprendi a confiar cada vez menos no senhor, já que o que me dizia não se alinhava com o que o senhor fazia. Eu sempre me perguntava se algum dia encontraria um homem que me aceitasse e me amasse por mim e não apenas por meu rosto bonito.
Quando levava minhas amigas para casa, eu me perguntava como o senhor as tratava. O senhor as via como minhas amigas ou como um rosto bonito em uma de suas fantasias? Nenhuma garota deveria sequer imaginar isso a respeito do homem suposto a proteger a ela e às outras mulheres em sua vida.

Eu conheci um homem. Uma das primeiras coisas que lhe perguntei foi sobre sua luta com a pornografia. Agradeço a Deus por não ser algo que tenha tomado tanto controle sobre sua vida. Nós ainda temos lutas por causa da profunda desconfiança dos homens que tenho em meu coração. Sim, o seu consumo de pornografia afetou o meu relacionamento com o meu marido, anos depois.

Se eu pudesse lhe dizer uma coisa, seria isto: a pornografia não afetou apenas a sua vida; afetou todos ao seu redor, de maneiras que eu acho que o senhor não pode sequer imaginar. E ainda me afeta, até hoje, quando eu penso na influência que isso tem em nossa sociedade. Apavoro-me com o dia em que tiver que conversar com meu querido pequeno garoto sobre a pornografia e suas vastas e gananciosas mãos. Quando eu contar a ele como a pornografia, assim como a maior parte dos pecados, afeta muito mais que apenas a nós mesmos.

Como disse, eu já o perdoei. Sou muito agradecida a Deus pelo trabalho que Ele tem feito em minha vida nesta área. É uma área com a qual eu ainda luto de vez em quando, mas sou agradecida pela graça de Deus e pela de meu marido. Rezo para que o senhor supere tudo isso e para que muitos homens que lutam com a pornografia tenham os seus olhos abertos.

Com amor,

Sua filha.

sábado, 15 de agosto de 2015

Ex Ator pornô revela por que deixou a indústria pornográfica

Descubra como a pornografia introduziu Randy Spears no mundo das drogas, destruiu os seus relacionamentos e quase arruinou completamente a sua vida.

Por mais longe que possa chegar uma estrela pornô, poucas tiveram uma carreira tão longa e prestigiada quanto Greg, o protagonista do mais novo vídeo do site Fight the New Drug ["Combata a nova droga"].


Randy Spears é um ex-ator e diretor pornográfico, que estrelou aproximadamente 1.000 filmes adultos no decorrer de uma carreira de 23 anos. Aparecendo em seu primeiro filme pornô em 1987, Greg (como ficou conhecido) chegou a tornar-se um dos mais premiados atores da indústria pornográfica, ganhando quatro vezes o prêmio de melhor ator pornô e inclusive gravando o seu nome na "calçada da fama" de filmes adultos.
Entretanto, foi apenas depois que Randy deixou a indústria pornô, em 2011, que ele pôde expôr às pessoas por que entrou nesse mundo perturbador e como tantos anos nessa carreira impactaram de forma profundamente negativa a sua vida.
Conheça com exclusividade a história de Randy Spears e descubra como a sua rápida ascensão na indústria pornográfica introduziu-o no mundo das drogas, destruiu os seus relacionamentos e, finalmente, quase arruinou a sua vida.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Os danos colaterais do uso da pornografia


  • Alguns dos efeitos colaterais da pornografia incluem:
  • 1. Criar vínculo emocional com o mundo artificial

    Todas as pessoas têm uma necessidade crítica de intimidade humana e conexão emocional com os outros. Quando alguém vê pornografia, ele acaba criando um vínculo íntimo com um mundo artificial, e pode realmente perder a capacidade de se relacionar com pessoas reais.
  • 2. Sexo sem intimidade

    Pornografia é o uso do sexo para as razões erradas. Por causa do sexo sem intimidade emocional, a fome subjacente permanece insatisfeita. O espectador começa perguntando o que está errado com seus relacionamentos e fica irritado ou deprimido. Eles acabam se sentindo emocionalmente vazios e desligados daqueles que os rodeiam.
  • 3. Insatisfação

    Embora o uso da pornografia possa ter resultado em um curto prazo de tempo, ele eventualmente resulta em sentimentos vazios, em baixa autoestima e profunda solidão. Posteriormente, cria uma distância emocional nas relações. Por causa do mundo artificial que é, a pornografia não pode satisfazer a necessidade de intimidade emocional, essa necessidade básica permanece inacabada, criando um apetite cada vez maior.
  • 4. Desencadeamento do ciclo de dependência no cérebro

    Estudos mostram que as funções cerebrais mudam em alguém que tem um vício e são as mesmas em todos os vícios: álcool, drogas ou pornografia. Porque o uso da pornografia pode se tornar um vício real, os telespectadores não são capazes de parar através da sua força de vontade. Viciados em pornografia terão que passar pelo mesmo difícil processo de recuperação que um viciado em drogas tem que passar.
  • 5. Frustração

    O uso da pornografia provoca prazer e uma válvula de escape para sentimentos de baixa autoestima, ansiedade, tédio e frustração, criando uma porta de entrada para o vício. Quando a onda de prazer e os sentimentos desaparecem, o vício do usuário reaparece mais forte do que nunca, e eles são obrigados a repetir o ciclo. Com o tempo, sua química cerebral é alterada e um vício plenamente desenvolvido ocorre.
  • 6. Grande decepção

    Inicialmente, vocês foram atraídos para a pornografia por causa das coisas positivas que fizeram a você ("Eu amo a adrenalina que sinto", "Este é o meu passatempo favorito", "Eu me sinto sozinho", "Esta é a minha recompensa depois de passar por um difícil..."). Eventualmente, o vício fará exatamente o oposto ("Eu já não sinto uma resposta emocional em nada", "Não há nada na minha vida que eu goste de fazer", "Eu me sinto totalmente isolado do mundo", "Minha ansiedade e estresse estão em um nível muito elevado...").
  • 7. Imitação da coisa real

    Com a pornografia, nós usamos o sexo como um substituto para nutrir a intimidade e o amor. O sexo torna-se uma mercadoria utilizada para evitar intimidade e mascara necessidades que devem ser atendidas por meio de conexões humanas.
  • 8. A fome constante

    Por essa ser uma substância viciante, ela cria um apetite por si. Esse apetite aumenta com o tempo e você gasta mais e mais tempo vendo pornografia. O tempo gasto vendo pornografia pode prejudicar as relações de trabalho e interesses em passatempos saudáveis.
  • 9. Escalada

    Com o tempo, a visualização da pornografia começa a tornar-se banal. Nós começamos a escalar para um ponto que antes achávamos que seria longe demais ou totalmente errado. Nós sentimos o desejo crescente de fazer coisas que prejudicarão nossa reputação e relacionamentos.
  • 10. Enfraquecimento da verdade

    A longo prazo, a pornografia não vai escorar um ego frágil, não vai preencher o vazio deixado pelas feridas de infância ou abandono, não vai salvar um relacionamento instável ou casamento fracassado e não será satisfatória. Na verdade, ela vai ampliar cada ferida emocional do passado, prejudicar a sua capacidade de atender às suas necessidades emocionais essenciais, danificar a sua capacidade de ter um relacionamento saudável e deixá-lo incapaz de responder sexualmente ou emocionalmente ao seu parceiro.
    Traduzido e adaptado por em,Jaguaraci N. Santos

Estudo diz que pornografia pode ser prejudicial ao cérebro

Estimular cérebro com eletricidade acelera aprendizado, diz estudo (Foto:  Corbis Royalty Free)Pornografia pode estar associada a redução da
atividade cerebral (Foto: Corbis Royalty Free)
Homens que passam muito tempo vendo pornografia na internet parecem ter menos matéria cinzenta em certas partes do cérebro e sofrem redução de sua atividade cerebral, indica um estudo alemão publicado nesta quinta-feira (29) nos Estados Unidos.
"Encontramos um importante vínculo negativo entre o ato de ver pornografia durante várias horas por semana e o volume de matéria cinzenta no corpo estriado direito do cérebro", assim como a atividade do córtex pré-frontal, escrevem os cientistas do Instituto Max Planck para o Desenvolvimento Humano em Berlim.
"Esses efeitos poderiam incluir mudanças na plasticidade neuronal resultante de intensa estimulação no centro do prazer", acrescentou o estudo, publicado na edição online da revista "JAMA Psychiatry", da Associação Médica Americana.

Para realizar a pesquisa, os autores recrutaram 64 homens saudáveis com idades de 21 a 45 anos, aos quais pediram para responder a um questionário sobre o tempo que dedicavam a assistir a vídeos pornográficos. O resultado foi, em média, de quatro horas semanais.
Os autores, no entanto, não puderam provar que esses fenômenos sejam causados diretamente pelo consumo de pornografia e, por isso, afirmam que é necessário continuar com as pesquisas. Mas, segundo eles, o estudo já fornece um primeiro indício da existência de uma relação entre o ato de assistir a pornografia e a redução do tamanho e da atividade do cérebro como reação ao estímulo sexual.
Os voluntários também foram submetidos a um exame de ressonância magnética do cérebro para medir seu volume e observar como ele reagia às imagens pornográficas.
Na maioria dos casos, quanto mais pornografia os indivíduos viam, mais diminuía o corpo estriado do cérebro, uma pequena estrutura nervosa bem abaixo do córtex cerebral.
Os cientistas também observaram que, quanto maior o consumo de imagens pornográficas, mais se deterioravam as conexões entre o corpo estriado e o córtex pré-frontal, que é a camada externa do cérebro encarregada do comportamento e da tomada de decisões.

Feminismo, libertação sexual, pornografia, promiscuidade - a banalização da sexualidade


Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe!
Por que os jovens não querem casar? A resposta pode ser óbvia, mas difícil de aceitar. O feminismo ceifou no coração de muitos jovens o verdadeiro significado da sexualidade humana. Pior ainda: ceifou o entendimento do que é família.

Porém, para chegarmos a tal situação de promiscuidade sexual que vemos nos atuais dias com certa rejeição e/ou indiferença para com o matrimônio tal qual ensina a Igreja, houve um processo que foi evoluindo, até se desencadear no que testemunhamos.

FEMINISMO: Pregou radicalmente a igualdade entre homens e mulheres. Os direitos adquiridos, no entanto, viriam de qualquer forma sem a necessidade do movimento feminista radical. Pois as feministas queriam além da igualdade de direitos (voto, salário igual, proteção por ser de sexo frágil, etc.), a igualdade dos sexos. Em alguns casos até uma certa “superioridade feminina”. E tudo tomou força na sexualidade.

O Feminismo pregava que a mulher era escrava do homem. Era uma empregada não remunerada que só servia pra trabalhar pro marido e ser um objeto sexual. Começaram a pregar que as mulheres tinham os mesmos direitos dos homens machistas, ou seja, não queriam transformar os canalhas em homens virtuosos, mas queriam elas serem mais canalhas que estes.

LIBERTAÇÃO SEXUAL: Daí surge os movimentos de libertação sexual da mulher. Começa-se a pregar que a mulher é livre como o homem, e poderia ter relação sexual com quem quisesse. Se não quisesse ter filhos, não teria. Ou seja, era o surgimento da pílula. Elas tinha a concepção de que o filho as escravizavam na família. E, para deixar de ser escravas sexuais, deviam usar a pílula anticoncepcional (que são potencialmente abortivas. Clique aqui e saiba mais) e serem livres. Resultado:

As mulheres desdenharam da castidade até o casamento. Os homens passaram a ter relação sexual sem a necessidade de assumir responsabilidade alguma. E quando ocorria gravidez, ficava a dúvida: filho de quem? Teve relação com tantos. Enfim: pregaram a libertação da mulher, mas o que a pílula fez foi transformar as mulheres em verdadeiras escravas sexuais. Escravas de cafajestes que só queriam usá-las. (Disso ainda somado as mulheres serem obrigadas a trabalhar para sustentar os filhos não assumidos. Isso não teria acontecido se o propósito de castidade tivesse sido mantido).
E o mais cômico (ou trágico) é que as feministas bradam pelo direito da mulher entrar na universidade, ter carreira; mas com o sexo livre, quantas tiveram que parar de estudar pra cuidar dos filhos! Quantas, aliás, não puderam ter carreira, mas, abandonadas pelos cafajestes, tiveram que começar a trabalhar em qualquer serviço para poder alimentar seus filhos. Claro, parabéns a estas mulheres que se sacrificaram para criar seus filhos! Bendito seja Deus pela força dessas mulheres que não desistiram da vida e foram até o fim pelo filho querido delas. Mas, sabemos que muitos desses sofrimentos não teriam acontecido se tivesse rejeitado a propaganda do “sexo livre”.

Alguns feministas começam a pedir a liberação do aborto. Porém, este ato desgraçado além de matar uma criança indefesa, faz com que a mulher seja mais escrava sexual dos cafajestes. Afinal: usa, abusa, esquece... -Oi, lembra de mim? Então, to grávida... -Oi, mata! Portanto, além do ato de matar um ser humano indefeso, ainda faz com que os canalhas não tenham que assumir suas responsabilidades. Destrói a vocação natural da mulher de ser mãe, transformando-a somente num objeto sexual.

Um conhecido movimento que aderiu a essa mentalidade e contribuiu para que se espalhasse foi o chamado Movimento hippie, por exemplo, que pregava “paz e amor” (maconha e sexo). E assim toda uma geração foi ensinada a colocar sua felicidade na sexualização. Muitas moças ainda tinham certo pudor, e diante da maciça propaganda para se entregar para os homens, acabavam usando de drogas e depois tendo relações. De fato, este período foi a verdadeira época das trevas. Tudo escurecido de impurezas.

Vendo a mulher se transformar em verdadeira escrava de canalhas, surgiram alguns movimentos de mulheres que lutaram pela família. Afinal, sendo mulheres sensatas, não podiam enxergar nenhum progresso em ver as mulheres sendo abusadas e largadas. No entanto, esses grupos que lutavam pelos direitos FEMININOS e não FEMINISTAS, foram duramente criticados por estas.

PORNOGRAFIA: Com o surgimento de meios fáceis de propagação da pornografia a coisa fica pior. Surgem as fitas. Filmes pornográficos são feitos em grande escala e esta indústria diabólica lucra milhões. Como conseguiram isso? Usando as mulheres como prostitutas. Explorando essas mulheres que - ou por busca de fama ou por necessidade financeira – baixava ao nível de se prostituir de forma tão clara. Mulheres e homens... A libertação sexual não fez apenas as mulheres poderem ser mal caráteres como os homens, fez ser exploradas por estes; e fez com que ambos (homens e mulheres) tornassem-se animais irracionais que “pensam com os órgãos genitais”.

“o corpo é meu, mostro e faço o que quiser” - dizem mulheres e homens deste meio. Só que daí surge algo que afeta diretamente a construção de famílias:

Homens viciaram-se tanto em pornografia que, em casos graves, acabaram perdendo libido pelas mulheres. Muitos jovens – até mesmo que frequentam a Igreja – são viciados nessa “nova droga”, e não veem muitas vezes o mal que estão fazendo para si.

Há casos de homens que dizem não sentir desejo pelas suas esposas por causa da pornografia e da masturbação.

Mas para os jovens ainda é complicado: o rapaz está tão entupido de pornografia que acaba vivendo de “amor platônico sexual”. Ele gosta de uma menina, mas nem se empenha em namorar, viver uma vida casta, e casar-se. Ele se contém em ter pensamentos eróticos com ela.

Mesmo em alguns sites não católicos podemos ver pessoas constatando que – entre os mundanos – as mulheres estão chegando pra dar a “cantada” no homem, porque este não sai mais pra tentar algo (óbvio que não estou dizendo ser certo ir pras festas e dar cantadas impuras). Isso porque os homens que, pelo pecado original são pegos no sentidos (olhar...), estão tranquilos com sua sexualidade na tela do computador. E qual o resultado disso? As mulheres para se sentirem desejadas (mal do pecado original) começam a agir como as mulheres da indústria pornográfica. Inclusive se sujeitando a ser apenas um objeto sexual descartável: transa hoje, nem te conheço amanhã.

Antes do Feminismo/Libertação sexual as mulheres sonhavam com um amor pra vida toda; hoje esperam encontrar alguém que pelo menos ligue no dia seguinte. Infelizmente é uma triste realidade que podemos constatar.

Porquê, por exemplo, gradualmente as mulheres se vestem mais sensualmente, fala coisas libidinosas, são provocadoras? Porque se rebaixam para se nivelar as prostitutas que são desejadas pelos homens mundanos.

O que os homens mundanos que não desejam o Céu querem? Aí automaticamente ela vai lembrar das cantoras/dançarinas de funk – que talvez até ela também gosta -, das dançarinas de programas de TV, etc., e começa a imitá-las. Só se esquecem que os homens mundanos querem essas mulheres pra usar; mas pra casar querem uma mulher virtuosa. Quantos casos de relacionamentos que terminam - por vezes de maneira trágica - porque o rapaz tinha ciúme por causa da roupa curta que a namorada usava!? Claro, ele sabe o que os homens mundanos pensam e comentam. Mas a moça cresceu sendo incentivada a imitar as meretrizes. E até conquistou este rapaz usando essas roupas. Só que no relacionamento sério o rapaz não quer que sua namorada ou esposa esteja viajando nos pensamentos impuros dos seus amigos e demais homens. Porém, a mulher cresceu assim. Não que deva continuar assim; claro que não. Porém deve-se procurar, o quanto antes – agora! Sim, agora! - imitar as mulheres virtuosas, e nãs as meretrizes desejadas, porém, não respeitadas e nada honradas.

A mulher está atraindo para o corpo, não para a alma. O homem está desejando o prazer, e não o sacramento. Se você vive dessa maneira citada acima, saiba que o Senhor renova todas as coisas (Cf. Apocalipse 21,5). Se entregue ao Senhor Jesus e verás que Ele fará uma grande Obra de Misericórdia na sua vida. Ele que fez de Maria Madalena uma santa, pode fazer de qualquer pecador(a) – o(a) mais impuro(a) da história da humanidade – um grandioso santo(a)! Basta querer se entregar ao Senhor Jesus. Peça a intercessão de Nossa Senhora da Misericórdia, a nossa Co-Redentora e Mãe!

CONCLUSÃO: Para se ter um relacionamento sério, sólido, em Deus, na santidade, pra viver um matrimônio santo na vontade de Deus, é preciso renunciar toda mentalidade mundana. É preciso fazer violência de coração para tirar do coração e das atitudes todo ensinamento feminista radical, desejo de sexo livre, dizer não aos meios contraceptivos artificiais, e renunciar todo conteúdo pornográfico (filmes, músicas, etc). E, claro, viver a modéstia.

Por isso muitas moças não percebem que seus namoros dão errado porque atraíram os homens que queriam só o prazer que ela tinha pra oferecer. E muitos rapazes não veem que seus namoros deram errado porque ele só estava querendo aquilo que o coração dele estava cheio (pornografia). Portanto, amados irmãos e irmãs, vivei a santidade. E renunciem todos os lugares, sites, companhia, etc., que leva ao pecado. Se você deseja conhecer uma pessoa de Deus para namorar, casar e constituir uma bela família católica, não é frenquentando as festas mundanas que você encontrará tal pessoa. Tampouco nos bate-papos impuros na internet. Qual o segredo? Se entregue ao Senhor Jesus Cristo de corpo e alma. Ele é a verdadeira felicidade. Só Ele pode saciar a alma. E quando fores de Jesus, Ele, autor da vocação, sendo sua vocação o matrimônio, colocará uma pessoa que viverá em santidade contigo no namoro e no casamento. Afinal, como sempre tenho repetido em várias postagens, a pessoa certa não é a que quer te levar pra cama, mas a que quer te levar pro altar. Portanto, vá a Igreja rezar, seja de Deus! Porque indo pras festas sertanejas, bailes funks, frevos, etc., você só encontrou treva! Seja tão cheio de Deus que uma pessoa para te conquistar, encontre e ame a Deus primeiro. Você acha que num baile, por exemplo, encontrará alguém que queira amar a Deus sobre todas as coisas? “Seja de Deus, e Deus fará a obra na sua vida! Animai-vos e sede fortes de coração todos vós, que esperais no Senhor.” (Salmo 20,25)

VOZ DA IGREJA: Diante de tantos movimentos de libertação sexual, a Igreja, ao contrário do que muitos possam achar, não se calou. Por isso cito aqui duas falas do Papa B. Paulo VI onde aborda um pouco sobre o que foi dito. Poderia citar falas de Papas mais recentes, mas cito do Beato Paulo VI para mostrar que desde quando começou essa loucura depravada a Igreja sempre se posicionou contra. Por isso a Igreja é sempre atacada: não compactuará jamais com erro. As portas do inferno nunca prevalecerão! (cf. Mateus 16,18).

Se o indivíduo não procurar imunizar-se, com deliberado propósito, o ambiente oferece, em toda a parte, excitações à fragilidade da «carne», especialmente se for jovem e inexperiente. Todos sabem o que se entende por « carne », na linguagem moral. É tudo aquilo que se refere à indisciplina da sensualidade, ou seja, àquele perigoso jogo interior da sensibilidade física, que se opõe ou tem cumplicidade com a sensibilidade espiritual, que se refere ao prazer animal, à voluptuosidade, ao corpo passional, que atrai a si a alma e a submete aos próprios instintos, a subjuga e obceca de tal modo que, como diz São Paulo, « o homem animal não acolhe as coisas que são do espírito de Deus » (1 Cor 2,14).
Não julgamos necessário dar explicações a este respeito. Hoje fala-se muito disto, talvez até demais. Raramente se encontra um escritor, nos nossos dias, que não pague o triste tributo, pelo menos com algumas páginas, à loucura sensual ou à ebriedade dionisíaca de que está impregnado o mundo da cultura literária ou da dissolução voluptuosa, mas, ao mesmo tempo, cheia de angústia. Os estudos de psicanálise sobre os instintos humanos e, especialmente, sobre a neuropatologia e sobre a sexualidade deram uma linguagem científica à comum experiência empírica das paixões eróticas. Algumas pessoas viram neles novas e verdadeiras descobertas do homem.” (Paulo VI , audiência geral 31/03/71)


Hoje constatamos que músicas, novelas, filmes, livros, e na própria escola, ensina-se estes princípios da impureza.


Queremos nesta altura chamar a atenção dos educadores e de todos aqueles que desempenham tarefas de responsabilidade em ordem ao bem comum da convivência humana, para a necessidade de criar um clima favorável à educação para a castidade, isto é, ao triunfo da liberdade sã sobre a licenciosidade, mediante o respeito da ordem moral.
Tudo aquilo que nos modernos meios de comunicação social leva à excitação dos sentidos, ao desregramento dos costumes, bem como todas as formas de pornografia ou de espetáculos licenciosos, devem suscitar a reação franca e unanime de todas as pessoas solícitas pelo progresso da civilização e pela defesa dos bens do espírito humano. Em vão se procurará justificar estas depravações, com pretensas exigências artísticas ou científicas, ou tirar partido, para argumentar, da liberdade deixada neste campo por parte das autoridades públicas.” (Paulo VI – HUMANAE VITAE)


Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe!