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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Minha jornada rumo à masculinidade: um ex-transexual conta a sua história


Abusos e confusões na infância fizeram Walt Heyer pensar que era uma mulher presa no corpo de um homem. Sua vida cheia de vícios e uma escolha precipitada mostraram que ele estava errado.

Em meados de 1940, Walt Heyer era só um garotinho que crescia na Califórnia, interessado em cowboys, carros e guitarras, até que, um dia, sua avó começou a fantasiar que ele queria ser uma menina. Ela ingenuamente confeccionou para seu neto um vestido roxo de seda, o qual ele passaria a usar quando a visitasse.
Mal sabia Walt que aquele vestido seria o gatilho a desencadear 35 longos anos de "tormentos, desilusões, remorsos e mágoas". A confusão com a sua identidade sexual o levaria ao alcoolismo, às drogas e até a uma tentativa de suicídio.
No auge de seus conflitos interiores, Walt recorreria a uma "cirurgia de redefinição de sexo" (uma vaginoplastia) para se parecer com uma mulher – operação da qual ele acabou se arrependendo profundamente. "Deus me fez homem, do jeito que eu era, e nenhum bisturi jamais poderia mudar isso", declarou Walt, em uma entrevista ao LifeSiteNews.com.
Hoje, resgatado por sua fé em Jesus e plenamente conformado com a sua masculinidade, Walt vive para divulgar a sua história e conscientizar as pessoas atormentadas com conflitos sexuais, para que não cometam o mesmo erro que ele cometeu.
A vergonha por ser homem
Em um livro de 2006, Trading my Sorrows, Walt relembra que o vestido roxo foi apenas a primeira de muitas influências em sua vida que o fizeram envergonhar-se de ser homem. Houve a molestação sexual que ele sofreu nas mãos de seu tio, a qual fê-lo sentir vergonha de seus órgãos genitais. Da parte de seu pai, uma disciplina rígida – praticamente indistinguível de abusos físicos – fez com que Walt se sentisse incapaz de corresponder às expectativas paternas.
Walt recorda que nunca se achava bom o suficiente para seus pais. "O que eu buscava desesperadamente era a aprovação de meus pais naquilo que eu fazia de melhor, era achar meu próprio nicho, onde eu pudesse me expressar, desenvolver meus talentos e fazer algo de que eu gostasse", ele explica, em seu livro.
O menino sem nenhuma auto-estima começou a desprezar a si mesmo e o seu corpo, passando a achar consolação em seu estranho hábito de vestir-se como menina – que ele tratou cuidadosamente de esconder dos pais. O cross-dressing tornou-se o seu lugar secreto, onde ele se sentia a salvo dos conflitos externos e das duras disciplinas aplicadas por seu pai e sua mãe.
Uma tirana dentro de si
Enquanto entrava na adolescência, Walt diz que a garota dentro de sua cabeça crescia mais poderosa e demandando mais de seu tempo. Ainda que ele gostasse de carros estilosos e saísse com belas garotas da escola, não importava o quanto ele lutasse, parecia-lhe impossível livrar-se daquela obsessão. Depois do ensino médio, Walt saiu da casa dos pais e começou a fantasiar-se na privacidade de sua própria casa. Até então, ele já tinha acumulado um número considerável de peças femininas, mas ainda se sentia profundamente envergonhado de seu hábito secreto.
Depois, Walt casou-se, ficou rico e passou a viver o "sonho americano" – pelo menos nas aparências, já que ele mantinha secretas as suas contínuas escapadelas ao mundo feminino.
Sua vida dividia-se em três diferentes personagens: a do homem de negócios bem-sucedido, mas alcoólatra; a do bom esposo e pai de família; e a do travesti transtornado. Dentro de si, porém, Walt experimentava angústia e desilusão. Tudo em sua vida começou a desmoronar.
Ele foi atrás do álcool como uma espécie de fuga, mas isso só aumentou ainda mais seu desejo de tornar-se uma mulher. Aquela tirana feminina dentro de si começou a tomar cada vez mais espaço e, para pôr fim ao seu tormento, o desesperado Walt tomaria uma decisão trágica e irreversível.
A cirurgia para mudar de sexo
Walt depositou todas as suas esperanças na cirurgia de mudança de sexo. Seria ela a solução a afastar permanentemente a sua dor.
Primeiro, vieram os seios, implantados por cirurgia plástica. Depois, o procedimento de que Walt mais se arrepende: a transformação cirúrgica de seu órgão reprodutor masculino na aparência de um órgão reprodutor feminino.
Walt esperava que o procedimento aliviasse o seu "debilitante estresse psicológico" e fizesse cessar, de uma vez por todas, o conflito que tirava o seu sono desde os tempos da infância. Mas, para o seu desalento, a mudança de sua genitália e de sua aparência externa não teve o mesmo efeito em seu interior.
Depois da operação, a mente de Walt converteu-se em um campo de batalha de pensamentos e desejos conflitantes, que foram se agravando e aumentando a sua crise depressiva. Todo dia após a cirurgia, ficava mais claro que ele tinha cometido um "grande erro". Seu vício no álcool e na cocaína, em uma tentativa patética de afastar a dor emocional, só fazia aumentar a sua miséria e solidão.
Agora, Walt sabia que o bisturi do cirurgião e a amputação de seus órgãos não tinham mudado a sua sexualidade. A cirurgia tinha sido uma "fraude completa". Ele sentiu que não tinha escolha, a não ser viver a vida como uma mulher artificial, uma "impostora".
A tentativa de suicídio
A essa altura, Walt tinha atingido o fundo do poço. A operação havia destruído a sua identidade, a sua família, o seu círculo social e a sua carreira. Desesperado, ele não via mais nada a fazer, senão abraçar a morte. Walt – agora, "Laura Jensen" – tentou saltar de uma cobertura, mas foi impedido por alguém que passava.
Desabrigado e sem dinheiro, aquele "transexual" terminaria vivendo nas ruas, não fosse a ajuda de um bom samaritano, que lhe deu lugar para dormir em sua garagem. Esse novo amigo encorajou Walt a participar dos Alcoólicos Anônimos. Ele aceitou o desafio e, naquele grupo motivacional, percebeu que precisava recorrer a um "poder superior", caso quisesse sair da confusão em que tinha se metido. Estava cada vez mais clara para ele a sua identidade masculina. Ele não era "Laura", mas tão somente um homem envolto numa "fantasia de mulher".
"Eu estava bem consciente de que era agora a escória da humanidade, um marginal, com uma existência descartada e distorcida por minhas próprias escolhas. O álcool, as drogas e aquela cirurgia tornaram-me um inútil para os outros. Eu tinha falhado miseravelmente como o homem que Deus me tinha criado para ser."
Saindo do vale das trevas
Através da ajuda de alguns amigos cristãos, Walt começou uma jornada rumo à cura e à descoberta de sua verdadeira identidade masculina. A primeira chave para vencer a batalha que ardia dentro dele era a sobriedade. Pouco a pouco, ele foi abandonando a bebida e se voltou à religião cristã como nova fonte de força.
Uma vez, durante um momento de oração com seu psicólogo cristão, Walt diz ter experimentado espiritualmente o Senhor, todo vestido de branco, que se aproximou dele com os braços estendidos, abraçou-o com força e disse: "Agora, você está seguro comigo, para sempre". Nesse momento, ele descobriu que só encontraria a cura e a paz que tanto desejava em Jesus Cristo.
Em entrevista a LifeSiteNews.com, Walt conta que aqueles que lutam com sua identidade sexual e acham que a cirurgia de sexo é uma solução "precisam ir a um psicólogo ou psiquiatra, começar uma terapia e cavar bem fundo para investigar o que está causando o seu desejo, porque, nesse assunto, sempre há uma raiz psicológica ou algum caso psiquiátrico não resolvido e que precisa ser explorado".
"É possível levar um ano explorando e tentando entender o que está acontecendo, até que a pessoa aceite o seu sexo e queira viver o projeto que Deus deu preparou para ela", ele diz.
Agora, como um senhor, Walt acredita que, se pudesse voltar no tempo e dar alguns conselhos para si mesmo enquanto jovem, ele diria àquele rapaz imaturo que evitasse a cirurgia de mudança de sexo e procurasse descobrir a raiz oculta em sua vontade de operar-se.
Walt acredita que a sua história testemunha o poder da esperança, ensina que nunca se deve desistir de alguém, não importa quantas vezes ele ou ela caia ou quantas curvas e reviravoltas haja no caminho da recuperação. Acima de tudo – ele diz –, nunca se deve "subestimar o poder de cura da oração e do amor que está nas mãos do Senhor".
Por LifeSiteNews.com | Tradução e adaptação: Equipe CNP
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terça-feira, 1 de setembro de 2015

HOMOSSEXUAIS FABRICADOS





Muitos afirmam que a homossexualidade não é escolha, mas que a pessoa já nasce com essa tendência. Embora não se tenha nenhuma comprovação científica disso, o mundo politicamente correto espalha essa declaração por todos os meios de comunicação, escolas, e até em debates políticos. Como explicar a homossexualidade? De fato a pessoa nasce assim ou ela tornou-se assim?

Não quero aqui minorar a existência de algumas pessoas que possam ter essa tendência sem sua própria escolha ou por forças maiores que podem ser constatadas (como falarei a seguir); porém, é válido lembrar que estes são raríssimos.

Não posso deixar passar também a informação de que a homossexualidade deixou de ser tratada como “doença” em 1975 pelo Conselho Americano de Psicologia, sem nenhuma comprovação científica. O fato de antigamente tratar a homossexualidade como uma patologia não quer dizer que se tratava de uma doença contagiosa ou um câncer, como os adeptos do politicamente correto querem fazer parecer. Estamos falando de psicologia... E aqui a questão da homossexualidade está no comportamental. Por isso é um erro proibir psicólogos de tratarem homossexuais que QUEIRAM LIVREMENTE buscar ajuda para largar a homossexualidade. Pois a verdade é que a maioria esmagadora dos casos é comportamental e/ou motivados por acontecimentos da sua própria vida. A ajuda do psicólogo aqui seria ajudar seu paciente a ordenar seus afetos e não se deixar levar por aquilo que o mundo o fez tornar-se.

Não tem como comprovar que uma pessoa nasce homossexual; porém, basta uma pitada de honestidade para comprovar que é comportamental. Como explicar, por exemplo, um homem casado por décadas que então se separa da mulher e torna-se homossexual? Ele sempre foi hétero e, de repente, gay. Existem vários casos em que homens e mulheres vivem normalmente sua vida como heterossexuais, mas por algum motivo tornam-se gays. O interessante é que héteros podem mudar de time, mas se após serem gays, quiserem tornar-se héteros, não pode, é homofobia de quem ajuda e até da própria pessoa.

Existem vários casos de crianças que são tendenciadas a serem homossexuais pelas atitudes dos pais e/ou pessoas próximas a família. Muitos meninos, por exemplo, desde quando estava na barriga da mãe eram tratados como que sendo menina, e, quando nascem, os pais tratam como menina. Há casos de crianças que os pais dão boneca e coisas do tipo. Essa criança vai crescendo achando que se não se comportar como uma menina não será aceita pelos pais. É um caso de homossexual fabricado.

Vários outros casos relatam a questão do abuso sexual na infância e/ou na adolescência. Muitos rapazes tornaram-se gays após serem abusados sexualmente por outro homem. Então podemos ver que o que gerou a homossexualidade aqui foi um trauma gerado por um abuso sexual...

Um caso muito comum que faz com que muitos adentrem no comportamento homossexual é a ausência de amor dos pais. Muitos garotos tem seus pais distantes (não necessariamente presencialmente, mas afetivamente), rudes, que não demostram amor, etc., e então estes vão buscar amor nos braços de outro homem. Hoje existe um grande problema com a masculinidade, mesmo que a pessoa seja hétero, não quer dizer que seja homem. Antigamente existiam homens um tanto quanto mais “brutos”, digamos assim, mas demonstravam seu amor pelos filhos, afinal, os filhos viam os sacrifícios do pai para sustentar a casa. Hoje não, em sua maioria trabalham para o prazer, para o poder, pra ter coisas... O importante não são os filhos, mas trocar de carro. Enfim, há casos que o adolescente vendo-se carente de amor de pai... Já que o pai não diz – e muitas vezes não demonstra – eu te amo, vem um espertalhão, algumas vezes mais velho, e diz, e este vai e adentra na vida homossexual.

Esse problema do comportamento do outro afetar diretamente na orientação sexual da pessoa é mais nítido nas mulheres que são lésbicas. Em sua maioria as mulheres gays tornaram-se assim por um profundo trauma de homens. Boa parte dessas tinham a figura masculina afetada pela visão que tinha do próprio pai ou padrasto. Se procurar depoimentos verás que há mulheres que afirmam que começaram a se relacionar com outras mulheres porque não conseguiam se ver vivendo com um homem da mesma forma que suas mães, pois viam o sofrimento que elas passavam nas mãos de um péssimo marido (violência familiar, alcoolismo, abusos, etc.). Então no psicológico dessas mulheres a figura masculina ficou tão deformada que elas se entregam em romances com outras mulheres para não terem que passar pelo mesmo sofrimento. Tanto é que muitas não só são lésbicas, mas alimentam um profundo ódio aos homens. Vocês podem ver isso nos grandes movimentos feministas, que boa parte das integrantes são lésbicas, e elas declaram um profundo ódio aos homens, tendo até autoras lésbicas/feministas que dizem que ao ver um homem tinha vontade de morrer. Enfim, como que uma orientação sexual pode levar uma mulher a querer praticamente a extinção dos homens? É uma prova de que o que levou essa aversão, na maioria dos casos, é um trauma de uma má visão do que é o homem. Esses homens violentadores, abusadores, beberrões, não são o ordinário. Por isso a importância da psicologia para ajudar a pessoa a se encontrar, saber que ela tem sentimentos, que ela é uma pessoa, que ela é ela e não os seus traumas. Você, é você, não o que os seus traumas dizem que você tem que ser. Os traumas acontecem e devemos superá-los, e não viver em função deles.

Fora outros casos de pessoas que tornaram-se gays pelo vício em sexo e pornografia. Após suas “aventuras” sexuais – reais ou virtuais – não obtendo mais o mesmo prazer por causa da compulsão adquirida, eis que inventam novas formas de conseguir mais prazer. E essa forma é uma ação sexual que ainda não tenha feito. Há depoimentos de pessoas que tornaram-se gays assim.

Uma ação gera uma reação. Por isso devemos admitir que o comportamento homossexual pode ser mudado, uma vez que é a reação de algo que ocorreu na vida da pessoa. Não se pode simplesmente insistir em algo que não faz parte da natureza humana simplesmente pelos traumas da vida. Não se pode querer ser gay/lésbica, por exemplo, por sucessivos relacionamentos héteros que deram errado. Se tudo deu errado, se a pessoa não prestava, aprendamos a não colocar a nossa felicidade nas pessoas e saibamos que nem todos são assim. Nem todo homem é cafajeste; nem toda mulher é piriguete e interesseira. Ao invés de mudar a orientação sexual buscando uma felicidade passageira, é melhor mudar os critérios para adentrar em relacionamentos. Afinal, você mudará a orientação, mas não mudará a dor das decepções, e estas até podem aumentar, uma vez que estará em um. Por isso, repito: Os traumas acontecem e devemos superá-los, e não viver em função deles.


Se for necessário busque ajuda com alguém. Busque grupos de apoio.  

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Imperialismo Cultural: a agenda de direitos sexuais (Documentário)



Imperialismo Cultural: a agenda de direitos sexuais, é um documentário que desmascara como as nações ocidentais mais ricas e que fazem doações estão usando de sua influência para forçar os países mais pobres a aderir a radical agenda de direitos sexuais.

O documentário mostra, por exemplo, que aderindo as políticas sobre o HIV, os países africanos estão tendo índices maiores de infecção, ao invés de reduzir como diz a propaganda.

Então a camisinha não previne de tudo? É, pessoal, distribuem camisinhas e mais camisinhas nestes países, e o que está acontecendo? O número de aidéticos tem aumentado.

Vale o destaque que o que tem mostrado efeito positivo na luta contra a Aids é o ensinamento de abstinência sexual até o casamento e a fidelidade conjugal. Portanto, o uso da camisinha é totalmente dispensável se se seguir piamente isso- castidade e fidelidade - essa doença maldita desaparecerá.

Bareback - promiscuidade de aidéticos que contaminam outros por diversão (maldade)

Salve Maria Puríssima!

Acabei de ler uma reportagem no Terra sobre "bareback" (espécie de "roleta russa" praticada por gays com Aids onde a intenção é infectar com o vírus, propositadamente, outros gays), onde mostra que gays maliciosos aliciam jovens com mais ingenuidade e praticam a modalidade sem saberem que estão sendo infectados pelo vírus.

Estes criminosos - porque “expor alguém, por meio de relações sexuais ou qualquer ato libidinoso, a contágio de moléstia venérea, de que sabe ou deve saber que está contaminado” é crime segundo o Código Penal - aliciam jovens e os infectam. A camisinha que é tão propagada - apesar de sabermos que não protege 100% contra o vírus - eles ensinam aos infectados pelo vírus a furarem a camisinha para "carimbar" o pobre rapaz homossexual, com o vírus do HIV.

O que mais me revolta no que li, além da maldade destes que disseminam o mal, é ver a tamanha cegueira de quem escreveu a matéria. Eles não atacam a raiz do mal, mas só um fruto podre. Na matéria cita uma pesquisa que teria como resultado que 94% da sociedade brasileira sabe da importância do uso da camisinha (não sei que importância pois não previne de merda nenhuma, mas só propaga a promiscuidade), porém 45% dos sexualmente ativos afirmaram transar sem camisinha em relações sexuais ocasionais em 2013. 

Veja, o problema não é a falta de camisinha. Camisinha tem de graça. Camisinha se dá aos montes. Informação? Ó, uma criança sabe. O problema da Aids é a PROMISCUIDADE. Primeiro que o vírus passa pela camisinha. A matéria só mostra que a proliferação das DST's se dá pela promiscuidade. Ao invés de pedirem mais preservativos, deveriam pedir mais pureza, mais castidade, mais santidade. Ó, se todos ouvissem a Igreja! Mais uma vez vemos que os ensinamentos da Igreja estão corretos.

Gays aliciam mais jovens em relações podres e os infectam e, depois, com fotos, videos ou só depoimentos, se regozijam por terem infectado mais um. 

Dizem ser um problema que 45% das pessoas não tenham usado camisinha em uma relação casual, enquanto o problema é: AS PESSOAS ESTÃO TRANSANDO CASUALMENTE? O QUE? OLHEI, GOSTEI, TRANSO. QUE BANALIZAÇÃO DO SEXO! Sexo não é pra diversão. O problema da Aids é e sempre foi a promiscuidade. 

A maior taxa de infectados é de gays, segundo mostra pesquisas e confessa alguns ativistas gays. Portanto, a castidade é a melhor prevenção.

Ora, não quer doenças? Não adira ao ensinamento do demônio e do mundo que te manda transar casualmente, transformando em morte aquilo que Nosso Senhor criou para trazer a vida.

Pergunta se no tempo dos nossos avós ou bisavós tinha essa pouca vergonha toda... Sabe porque nossos avós e bisavós não sofriam com esse flagelo (Aids e demais dsts)? Porque sexo era sagrado, era respeitado, vivia-se no casamento! Vivia-se o matrimônio, o sacramento! Sim, em suma sexo só depois do casamento. Não tinha essa de sexo casual. Hoje as pessoas nem sabem o nome da pessoa e já estão tendo relações sexuais. Todos sabiam que a homossexualidade era pecado, e mesmo aqueles que se reconheciam como tal e mesmo assim queriam praticá-la não saíam por aí aliciando os outros só para terem o prazer de verem-os doentes.

O mais triste é ver - segundo a reportagem - que adeptos dessa prática querem praticá-la também pra se contaminar porque tem medo de cometer suicídio, outros porque querem viver em perigo. E há os que vendo o avanço do tratamento não se importam em serem aidéticos. A que tirania o demônio tem submetido essas pessoas! Que depressão profunda! Que a Misericórdia de Jesus Cristo liberte-as destes males.

Qual o próximo flagelo? Só sei que contra todos esses males que atacam nossa juventude, o grande segredo para evitá-los e o meio para sair deles é: castidade e fidelidade. Sim, sexo só depois do casamento e, após casado, ser fiel ao cônjuge. E lembrando que casamento é homem e mulher.

Um pequeno esquema para se prevenir da Aids: Rapaz e moça se conhecem - namoram e noivam (tudo na castidade, na pureza, clique aqui e também aqui e leia sobre namoro) - casam e são fiéis até que a morte os separe. Sempre deu certo. 

Que Nossa Senhora, Rainha dos Corações, alcance esses jovens que tem perdido a vida e colocando a perder a vida de tantos. Que Ela santifique e restaure as nossas famílias.
Paz e Bem!
Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe!
Viva Cristo Rei!